Calo. Penso e sinto até no arrepio da pele
A saudade escondida em cada lágrima que seguro.
Muito escondido. Fugido, eu regresso, e antes mesmo
Que eu peça, Você já se abre num abraço
Desliza pelo meu corpo num arrepio inexplicável.
Enche-me de graça e de amor
Completa quem sou.
Mas me afasto.
Desgaste.
Impasse.
Dúvida.
Será que tudo é tudo isso mesmo?
Eu vou? Fico? Sigo?
Por teu amor, me preparo.
Pego até o que não pode, o que não quero.
Mas sei que minha vontade é assim, como posso dizer, sozinha, fraquinha e boba.
Então é Tua gana que comanda, só peço que me faças ver para onde é esse querer.
Humilho-me, imploro, num choro só, soluço, com um sorriso.
É o gozo do Teu amor. É o que preciso.
Vem!
(Adriel Diniz)


3 comentários:
Poesia que precisava marcar presença aki... do meu amiguinho Adriel... muito linda poesia! adorei!!!
Olá Tahis,
Gostei muito do seu blog. Fiquei impressionado em vê-la expondo de maneira tão ampla todas essas sentimentalidades. Impressionado pelo fato de achá-la sempre tão introspectiva.
Gostei dos desenhos também.
Deu até vontade de voltar a escrever, pois já faz um tempo que não escrevo nada.
Abraço.
Marconi.
Cara, fico muito feliz com isso, todos quem leem meu blog sentem vontade de escrever... =D
Posso ate não saber escrever, mas ja ganho minha recompensa quando vcs leem e seguem meu blog..
=D
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